Cristina Esteche

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Acho que lá é o meu lugar!

Palácio da Alvorada (Foto: Cristina Esteche/RSN)

Costumo dizer que tenho duas grandes paixões. Daquelas arrebatadoras que te tiram do chão. Uma delas é o jornalismo, a outra é a política. Sou apaixonada pelo jogo, pelas articulações. Coisas que muita gente não gosta. Mas é preciso entender as nuances desse poder, as ‘costuras’ em busca de governabilidade. É um jogo de interesses? Claro que é, mas afinal qual jogo não é? Digo isso para contar a vocês um pouco da minha estadia em Brasília, percorrendo corredores, enfrentando filas, correndo. Literalmente correndo para cumprir uma agenda marcada e remarcada em seguida.

É como se fosse um ‘formigueiro’. Aliás, como imagino um formigueiro debaixo da terra. Centenas pessoas que se somam e formam milhares. Pressão popular reunindo agentes de saúde de vários municípios brasileiros para aprovação de matérias de interesse da categoria. As reuniões nas comissões debatem políticas que vão afetar a vida de cada cidadão brasileiro. Ah! Como seria bom se cada um, cada uma pudesse ver, participar do que é esse centro de poder. Afinal, ali poucos decidem a vida de milhões.

Confesso que me esbaldei. Meus companheiros de viagem – Pedro Moraes e Dario Martins – também. Tudo proporcionado pelo convite do deputado federal Zeca Dirceu. Há muito eu precisava ir até a Secretaria de Comunicação. Até que a hora certa chegou. Foi muito bom ver de perto o que é ser um líder conceituado. Daqueles para o qual todas as portas se abrem. Não foi à toa que a ministra da Saúde, Nísia Trindade nos recebeu. Como você pode perceber agora saio do singular para escrever no plural. Sim, estávamos em três. O encontro agendado com a ministra não é para qualquer um. É preciso ter influência. E isso Zeca Dirceu tem de sobra. E não foi apenas com a Nísia. Foi com a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; com o ministro Silvio Almeida e não outros porque faltou tempo. Mas tratei da pauta que me levou a Brasília: foi uma conversa esclarecedora com o Fabrício Carbonel, na Secom.

Também foi muito bom participar da reunião da Comissão de Defesa dos Direitos do Idoso, coordenada por Aliel Machado. Presenciar os debates, as decisões que tratam do futuro de todos nós. E olha que esse ‘pequeno’ mas tão grande político tem o espaço garantido entre os maiorais. E nessa ‘vibe’ as conversas também ocorreram com os deputados Beto Richa (PSDB), Geraldo Mendes (UB), um laranjeirense que não abre mão do chapéu ‘panamá’; com o Elton Welter (PT). E ainda não deu para cumprir a agenda com a Gleisi. E nos ressentimos porque faltou tempo para ver o Lula descer a rampa. Ele e a Janja foram retirar o cercado que envolvia a frente do Palácio. Também faltamos à reunião do Grupo de Trabalho da bancada paranaense que tratou do pedágio. A hora do voo estava marcada e nos impediu de mais esses privilégios.

Confesso que estar em Brasília, nesse meio político, no centro do poder nacional, foi muito bom. Obrigada Rovanir, um dos braços de Zeca Dirceu, por essa que passa a ser a primeira de muitas agendas. Confesso que um ‘bichinho’ está aqui a colocar ‘caraminholas’ na minha cabeça. E que tal uma extensão do RSN no Planalto Central? Por que não? Está ai um projeto que começa a ser desenhado na minha cabeça. Será unir as minhas duas grandes paixões. Afinal, oportunidades não podem ser desperdiçadas. E como se diz, nesta vida, só vivemos uma vez!

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Cristina Esteche

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