Cristina Esteche

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É hora de levantar as máscaras

Máscaras (Foto: Pixabay)

Demoramos para acostumar com máscaras no rosto. Depois estranhamos quando voltamos a ficar com a ‘cara limpa’. Mas está na hora de erguer as máscaras novamente. Isso porque a saúde pública e privada no País continua passando mal. Há ‘apagão’ de médicos, principalmente, com especialização em pediatria.

A cada dia que passa aumenta lista de medicamento em falta nas prateleiras das farmácias. Isso porque a indústria farmacêutica não tem insumos. E temos aí, além das ‘sequelas’ da pandemia da covid-19, a guerra entre a Ucrânia e a Rússia. E para agravar ainda mais essa situação, o recente ‘lockdown’ na China, por conta novamente da covid-19, aumenta assustadoramente os preços para importação. E para ‘fechar’ esse cenário caótico, os hospitais encontram-se em situação deprimente. Para piorar é só fechar as portas. E olhe! Se não houver medidas de ‘socorro’ urgentes num futuro breve isso será presente.

Para se ter uma ideia, a Secretaria Municipal de Saúde de Guarapuava emprestou soro ao Instituto Virmond nesta semana. Isso porque não há embalagem para esse medicamento. E embora a saúde pública de Guarapuava seja alvo de críticas por parte da população, ainda há remédios em estoque que ajudam a ‘socorrer’ e a salvar vidas. E a garantia dada a este blog é que o suprimento de muitos medicamentos aguenta a chegada de nova remessa. Só não tem o que o mercado não está disponibilizando para a compra.

Na lista do que está em falta surgem, entre tantos outros, os antibióticos, dipirona, cetoprofeno e até soro fisiológico, como acabei citar. Trata-se de uma relação, principalmente, com remédios pediátricos. E é preciso estar consciente de que as crianças e os idosos compõem a população mais afetada na temporada de baixas temperaturas. Situação essa agravada pela vulnerabilidade gerada pelo isolamento da pandemia e o retorno às atividades presenciais.

Entretanto, não adianta criticar, promover ‘caças às bruxas’ ou ‘dar ouvidos’ a discursos oportunistas de quem busca protagonismo midiático. É preciso que cada um tenha responsabilidade sobre si e sobre o próximo. Então, o melhor de tudo é fazer  o que se repete há anos. Ou seja, que a prevenção continua sendo o melhor remédio. Portanto, que tal voltar ao uso de máscara? Bem, pelo menos trata-se de uma receita que ajudou a contribuir para que a guerra da covid-19 quase chegasse à exaustão.

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Cristina Esteche

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