Cristina Esteche

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Em Bituruna, o fogo na praça acolhe e aquece

(Foto: Cristina Esteche)

Se a estrada fosse em linha reta somente 85.95 quilômetros separariam Guarapuava de Bituruna. No entanto, a estrada sinuosa alonga a distância para 132 quilômetros. Mas uma distância que vale a pena ser encarada. Logo na chegada a cidade surpreende. Um garrafão de vinho já mostra que ali está a bebida, que para mim, é como um néctar dos deuses. Andando pela avenida central é possível ver canteiros com flores coloridas que humanizam a via pública. A limpeza da cidade, a organização e a empolgação do prefeito Rodrigo Rossoni (PSDB) são detalhes à parte.

Saímos de Guarapuava por volta das 16h30 de quarta, último dia de maio. Não dava para ‘furar’ com a Miriam, a assessora de comunicação da Prefeitura. Chamei o ex-ministro Paulo Alvim pra ir junto. E lá fomos nós, enfrentando o frio, cortando o estradão – acho que já ouvi essa frase numa música. Fomos recebidos pelo prefeito, pela primeira-dama Catiane, pela Miriam e secretários. Lá, literalmente, o gabinete do prefeito não tem porta e nem tramela. Ele atende a população numa sala aberta, diariamente. Responde todas as mensagens que recebe. Isso é uma questão de respeito para com o povo que o elegeu.

Eu, prefeito Rodrigo Rossoni e a primeira-dama Catiana Rossoni (Foto: Ascom/Prefeitura de Bituruna)

E ele sabe tudo, tin-tin por tin-tin. Todas as obras, todos os projetos. Aliás, não se assustem se um dia forem até lá e verem ele em cima de um trator, ou até mesmo plantando uma flor. Fomos até duas escolas. Aquelas que estava envolvidas na ‘Operação Quadro Negro’ e que chegaram a dizer, segundo Rossoni, que não existiam. Confesso que a partir do que vi, ouso dizer que não é qualquer município que possui escolas como aquelas.

Embora a nossa estadia por lá tenha sido de poucos horas e à noite, deu para perceber que Bituruna é uma cidade moderna, acolhedora, próspera. Ah! Me encantei com a ‘Praça do Fogo’. Bem no centro da cidade, num espaço lindo, um fogo chama a atenção. “O fogo agrega as pessoas, gera amizades”, comenta o prefeito. Essa praça com o fogo está ali desde 2013.

A empresária Gianna e o ex-ministro Paulo Alvim (Foto: Cristina Esteche/RSN)

Mas Bituruna esconde tesouros incrustados na mata. Um lugar, tipicamente italiano, com casa para alugar – está no Airbnb –  vinícola e um restaurante (Tenuta) comandado pela Gianna são de ‘encher os olhos’ e de ‘dar água na boca’ com o cardápio típico da culinária italiana.

Cidade com apelo turístico muito forte e comprometida com esse setor, Bituruna agrega 16 mil habitantes. Um lugar especial que com tudo o que oferece faz a distância parecer bem menor. Mas acho que é a vontade de voltar que acena mais forte e encurta a distância.

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Cristina Esteche

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