Cristina Esteche

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Nasce uma paixão repentina e a violência explode em Brasília

Explosão de carros em Brasília (Foto: Agência Brasil)

Uma paixão repentina nasce e provoca explosões. Não de amor, mas de violência. Bolsonaristas usam um indígena como ‘pano de fundo’ para os atos de vandalismo praticados na sede administrativa da Polícia Federal em Brasília. E tudo isso no dia da diplomação dos eleitos Luiz Inácio Lula da Silva (presidente) e Geraldo Alckmin (vice). E o estopim que faltava para que os manifestantes expressassem o ódio que sentem, foi a prisão do indígena Sererê, determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.

E o ‘Xandão’ soltou o verbo e mandou prender o pseudo cacique a pedido da Procuradoria-Geral da República. Ele é acusado de participação em atos considerados anti-democráticos em locais públicos. Ele também se aproveita da posição de cacique para ameaçar Lula e ministros do STF. Sererê, no entanto, a liderança dele é renegada pela própria tribo Xavante. Bolsonarista, aculturado, Sererê é também pastor evangélico.

Vale lembrar que nos últimos quatro anos os primeiros habitantes do Brasil foram esfolados por um governo que caminha para o fim. As terras foram invadidas, os processos de demarcação paralisados e os assassinatos de indígenas saltaram. Conforme o Conselho Indigenista Missionário, foram 358 homicídios somente nos últimos dois anos.

Entretanto, até agora nenhum vândalo foi preso pela Polícia Federal em Brasília pelos atos de violência. Conforme informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal mais de 10 veículos, entre automóveis e ônibus, foram incendiados. Eles também depredaram a 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte). Nesta terça (13), Bolsonaro fez um discurso protocolar. No entanto não falou nada sobre os atos de vandalismo. Mas a julgar do que os ‘bolsonaristas de carteirinha’ estão sendo capazes, como será 1º de janeiro de 2023, dia em que o novo governo vai assumir o rumo do país? Dá medo só de pensar.

Ponta firme!

Deputado Artagão Junior e o governador Ratinho Junior (Foto: Assessoria parlamentar)

Cerca de R$ 1,8 milhão do Governo do Estado foram garantidos para obras de reparos para colégios em Guarapuava. Os recursos já foram licitados e estão em fase de homologação. O anúncio foi feito na tarde desta terça (13) pelo deputado Artagão Júnior. Ele atendeu pedido do Núcleo Regional de Educação (NRE).

Os colégios beneficiados são: Maria de Jesus Pacheco Guimarães (R$ 350,9 mil), Mahatma Gandhi (R$ 404,9 mil), Arandu Pyahu (R$ 312,8 mil), Rui Barbosa (R$ 295,5 mil) e Santo Antônio (R$ 422,8 mil).

Tebet não foi

Tebet e Lula (Foto: Nelson Almeida / AFP )

A grande ausência na diplomação dos eleitos, Luis Inácio Lula da Silva (presidente) e Geraldo Alckmin (vice) foi a senadora Simone Tebet (MDB). A solenidade ocorreu nessa segunda (12). Cotada para assumir um ministério e tida como peso-pesado no segundo turno que elegeu Lula, entretanto, ela se limitou a parabenizá-los pelas redes sociais.

Jocelito ‘pendura a chuteira’

O ex-prefeito de Ponta Grossa, Jocelito Canto, ‘brigou’ com a política após o resultado judicial que o deixou fora do mandato de deputado federal. Ele conseguiu mais de 74 mil votos nas últimas eleições, mas por força legal teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Numa das sessões na Assembleia Legislativa nesta semana a deputada Mabel Canto, que é filha de Jocelito, disparou farpas contra os também deputados Aliel Machado e Sandro Alex, a quem atribuiu a culpa pela improbidade do pai. Jocelito, quando era prefeito, se utilizou de um policial militar como segurança pessoal, provocando a ação na qual foi julgado e condenado.

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